quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lembrança


A existência do espinho
Evidencia a existência da flor
Se eu estava agora sozinho
É porque pensava no amor.

Amor eu tinha em lembrar
Daquela pessoa que me esqueceu
Magoei com seu desprezar
Então, ela agora morreu

Só em meu pensamento
Então ela viveu
E eu morri
De dor.

Mas a existência do espinho
Me faz lembrar
Que ele existe
E por isso, existe também a flor

Sou do tipo que faz o que o coração manda


Sou do tipo que faz o que o coração manda
não penso por muito tempo
não perco tempo

quando enfim estou decidido
apenas faço o que sinto
realizo o que decido
depois daquele intervalo de dúvida
o que vem do coração
e com razão

sou do tipo que faz o que o coração manda

e não mais se conflitam em meu pensar
interesses e coisas que me atormentam
nem dúvidas
nem receios
apenas anseios

pois sou do tipo que faz o que o coração manda
com juízo e sem medo
sim, depois que decido
depois que enfim me toma o desejo.

Verso


...e não é á toa que escrevo esse verso
é nele que tenho vida
é nele que respiro
e escrevo, mostro o que vejo
me inspira

esse verso é minha vida
e nele trago o que me aflige
nele eu reclamo a minha rima
e vejo que a luz se acende
trocando a escuridão
que recito nele
a mais nobre paixão: o verbo

que me sacia
me leva de volta á ascender e crer
que a vida se inicia
e nele eu dedico essa rima

pois nele caminho
pois é que me faz ver e crer
a palavra ascender
do meu âmago
o verbo
um infinito que finaliza
tudo que vem do íntimo
contextualiza
o verbo: o meu credo
que realiza
fere, exalta, chora
penaliza
ama, vibra, ora
ameniza
o verbo
fruto de meu verso

Espera

Aqui esperamos por ela: a Liberdade Uma mulher divina Aqui lutamos pela Justiça Uma jovem rebelde  que muitas vezes não é ouvida  Aqui ...