terça-feira, 17 de novembro de 2015

E deus inventou o mundo ...e o mundo matou o amor.




Dizer que ama não é para todos

Mas todos querem ouvir

Mas nem todos querem dizer

E nem todos tem a quem dizer

Eu digo que amo

Seja fulana. Seja o cicrano.



Seja pra mim importante

Dizer que amo

Dizer da importância

Da nobre pronúncia do verbo

Que ama a poesia

Fala pro mundo o quê o  mundo não te fala todo o dia

Ele não quer

Ás vezes não quer que eu te ame

Mas eu embora não ame este mundo

Eu amo o que neles existem

Os atores que por muitos vezes assistem

E hesitam amar

Nem quer falar o ressentimento

Daquele que amou, mas não recebeu

O que ia dar de amor por dentro

Ele ficou vazio do sentimento...

O outro não ouviu a angústia

E o peito daquele doeu

Pobre do fulano

Acreditava que em todos esses anos o que mundo lhe falou

Mas o mundo fez  contrário

Então fulano odiou

O mundo que lhe traiu

Que falácia do mundo que contou de Romeu

Que estava no livro do dramaturgo

No verso do poeta e nos olhos de uma mulher

De qualquer fulana

Mas o mundo te engana e que sobra na cama

É apenas ilusão e espera

No pensamento do fulano que amor ainda quer
Ô mundo!
Pobre do fulano que tinha te ouvido!

E no peito ele lembra o que ouvia sua cabeça

Agora ele tenta esquecer

Apenas deseja amor- que ia receber se deixassem ele  dar

Mas disso, cheia sua cabeça alerta o que é melhor, por vezes, nem pensar.


Espera

Aqui esperamos por ela: a Liberdade Uma mulher divina Aqui lutamos pela Justiça Uma jovem rebelde  que muitas vezes não é ouvida  Aqui ...