Aqui é lugar nenhum
Pois
não é meu lugar
Não se
aplica ao meu jeito
Não me
dá o direito
De ser
quem sou e de ter quem eu ame
Apenas
o lugar do senso comum
Da aplicação
do ditame
Aqui é
o lugar alheio ao respeito da chamada minoria
Obediente
á vontade do meio
Da
maioria de pose de cheio
De quem
lhe pertence
na
forma exata, mas não da minha
Das cabeças
vazias
E do meu
peito cheio de agonia
Aqui é lugar nenhum para mim
Que
culpa tenho de ser assim?
Sem
maldade e sem vaidade
Será que
preciso ser assim?
Ou
finalmente achar um lugar pra mim
Que não
me dê receio?
Sem me
ferir com as vontades do meio
De onde
sou apenas mais um?
Aceito...
Ser
alguém do lugar
Mas que
não seja comum
Como
aqui que pra mim
É lugar
nenhum.
Fantástico!
ResponderExcluirFantástico!
ResponderExcluirObrigado, Giba! Sabia que ia mesmo gostar!
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